Kevin não esperava encontrar Lisa em casa ao regressar. Pensou que, como no dia anterior, estava ocupada com suas coisas, então lembrou que era domingo…
Ela estava no sofá, com uma cara de tédio diante de um programa de auditório estúpido que passava na televisão e uma tigela enorme de pipoca no colo. Vestia apenas uma blusa curta verde que exibia metade de sua barriga e um short branco, meio curto também. Kevin não pôde deixar de reparar em suas curvas, no corpo perfeito que tinha. Seus pés descalços, lindos, estavam apoiados na mesa de centro, sua pele estava suada e bronzeada. Um bronzeado meio avermelhado, típico de quem deixou passar um pouco do tempo adequado exposto ao sol.
Ao ver Kevin entrando, seus olhos saíram da tela caindo direto nele. Imediatamente o olhar dele também veio ao seu encontro.
— Onde estava? Eu te esperei até as duas da tarde para almoçar e você não apareceu. A fome falou mais alto. - riu.
— Que horas são? – encolheu a testa.
Ela pegou o relógio de pulso que estava largado ao seu lado no sofá e informou:
— Cinco e quinze.
— Cinco e quinze?! – seus olhos esbugalharam. Ela fez com a cabeça que sim, largando o relógio no lugar de onde havia tirado. – Pôxa vida, Lisa… Sinto muito! – levou a mão à testa realmente sentindo muito – Eu estava caminhando e… perdi a hora. Sinto muito mesmo.
— Tudo bem. – riu da grande importância que dava para algo tão pequeno. – Não é o fim do mundo. Já comeu alguma coisa?
Ele negou.
— Sobrou macarronada do almoço. Se quiser está na geladeira, basta esquentá-la.
— Não, muito obrigado. Estou sem apetite.
Atravessando a sala, passou para o banheiro. Ficou um bom tempo lá dentro, sem fazer barulho algum. Pelo que demorou, ela chegou a pensar que estava tomando banho, só que não tinha ruído algum de água de chuveiro.
Quando apareceu de novo na sala e sentou no outro sofá, Lisa notou que estava um pouco pálido, aparentemente com cara de choro e com a franja que caía em sua testa molhada. Não sabia se era água ou se era suor. Também não achou conveniente perguntar.
— Falei com a minha mãe. - contou com a voz meio cansada, passando a mão na franja.
— E daí? – alarmou-se, jogando o corpo para frente em direção a ele.
Ele estava sentado na mesma posição, só que não por ansiedade, naturalmente.
— A minha mãe da Califórnia. – esclareceu percebendo seu alarme.
— Ah…
Deu vontade de perguntar o que ela tinha dito, contanto, preferiu ficar quieta. Não era da sua conta. De todos os modos, ele acabou contando.
— Ela disse que me esperou.
Lisa fez uma expressão de que não entendera.
– É que eu estava decidido a voltar para lá antes de vir para cá. – explicou.
Ela ergueu as sobrancelhas em compreensão.
– Só que então pensei bem e… - parou de falar olhando para as próprias mãos entrelaçadas em cima dos joelhos.
— Ela fez alguma objeção?
— Minha mãe? – ela fez que sim. – Não. – sorriu – Ela foi quem me incentivou a ficar mais tempo aqui, porque se fosse por mim… - balançou a cabeça.
— Sua mãe é bastante compreensiva, hein? – admirou-se – Se fosse outra…
— Ela não é ciumenta, quer dizer, ciumento todo o mundo é um pouco. Quem ama sempre tem um pouco de ciúmes. Ela apenas não é possessiva. Sabia o quanto isso era importante para mim.
— Era?
Ele custou a responder:
— É. Ao menos creio que ainda seja. Há momentos que acho que estou perdendo tempo. – pôs-se de pé e caminhou até a porta – Ah! – trocou a expressão de tristeza por um sorriso – Falei de você para ela.
Lisa engoliu em seco com os olhos arregalados e a mão espalmada no peito.
— De mim? – balbuciou aumentando o bom humor de Kevin.
— Sim. Ela mandou dizer para cuidar bem de mim. – riu olhando para cima – Como se não soubesse me cuidar sozinho.
— Ela disse isso mesmo? – duvidou.
— Pior é que disse! – caíram na risada – Essas mães… Sabe que ela quer falar com você?
— Pra quê? Pra me ensinar como se cuida de você?
— Não, tosca! Estou falando sério!
— Ela quer mesmo falar comigo? – voltou o alarme em seu rosto.
Para o seu desespero ele disse que sim.
— Por quê? – ficou séria.
— Não precisa ficar assustada, Lisa. Ela só quer te agradecer pelo que está fazendo por mim.
Lisa ficou tímida, tratando logo em mudar o rumo da conversa:
— Vem comer alguma coisa. – convidou levantando do sofá com o intuito de ir até a cozinha levar a tigela.
Kevin fez uma cara de pouca, ou melhor, nenhuma vontade.
— Ou pelo menos tentar! – insistiu.
Com uma suave careta, não concordou:
— Obrigado. Estou sem apetite mesmo.
Dando uma erguida nos ombros, ela seguiu o seu caminho. Ele foi atrás.
— O que fez o dia todo? Trabalhou muito?
— Sim. No fundo do quintal! – brincou – Passei o dia debaixo do sol.
— Deu para reparar… - admitiu olhando-a de cima a baixo com um ar de espanto. Ela estava vermelha demais. – Aposto que é o tipo de pessoa que acha que protetor solar é uma bobagem, que só bloqueia o bronzeado…
—… que bloqueia, bloqueia…
—… sabia! – bateu na própria testa e logo na dela – Isso dá câncer de pele, cabeça oca!
— Quem disse que não usei? – indagou rindo – Sei que é necessário, só não discordo que empata um pouco o bronze. Empata sim! – defendeu o seu ponto diante do olhar de reprovação que havia nele. - Embora eu esteja estranhando o clima doido que tem feito nestes últimos tempos. Não me lembro de um calor tão intenso, muito menos nesta época do ano.
— O que posso dizer? – levantou os ombros exibindo a palma das mãos - Não entendo nada de bronzeado.
— É… - chegou o momento de revidar olhando-o dos pés à cabeça com assombro – Nota-se. Isso porque veio da Califórnia! – ele achava graça – Por que mantém a pele assim tão branca?
— Que graça tem ficar com a pele dourada? Eu não acho graça nenhuma. Até a maquiagem perde seus atrativos, sua morbidez…
—… a morbidez típica dos darks. Vampiro da Califórnia. – deram risadas. – Não precisa nem falar mais nada, já entendi. Se bem que…
— Se bem que?
— Já te vi sem maquiagem e… - ensaiou uma risada estreitando os olhos de Kevin – Acho-a completamente desnecessária! Você é tão branco quanto a base que usa!
Ele deu um tapa em suas costas de leve que a fez gritar:
— Cuidado! – repreendeu olhando para a mesma, descendo uma das alças da blusa que grudava na pele, vagarosamente – Esqueceu que estou torrada?
— Não. Fiz para sacanear mesmo. – falou na maior cara-de-pau.
— Ora, seu… - levantou a mão para batê-lo. Ele correu para a sala.
Anthony pediu para Mary e Elizabeth servirem o jantar mais cedo para poderem ficar livres de uma vez. O ensopado de frango foi servido às sete e meia da noite. Todos desceram para jantar. Ninguém abriu a boca durante toda a refeição.
Após terminarem, Anthony e Elisa foram para a sala e apenas sentaram no sofá. Ficaram à toa, nem ligaram a televisão. Jeremy e Samantha foram para a sala de jogos que ficava ao lado para jogarem um pouco de xadrez. E principalmente para ouvirem o que poderia escapar pelo outro lado da parede.
Não escapou pouca coisa… E eles ficaram na escuta!
— E então? – a voz de Anthony indagava – Já decidiu o que vai fazer com o seu filho?
— Não há nada que eu possa ou tenha que fazer. – a voz de Elisa soava seca e firme. – Ele já está grande, criado. E criado por outra. – fez questão de acentuar.
— Não que ele tenha escolhido isso.
— Por que insiste em tocar nesse assunto? Sabe que me aborrece!
— Esta situação patética e injusta também me aborrece! – irritou-se – Por que insiste em não resolvê-la?
— O que quer que eu faça?
— Sabe muito bem o que quero que faça.
Nesse momento, Samantha e Jeremy entreolhavam-se atentos e com o pescoço esticado para a parede que os dividia dos pais.
A demanda de Anthony foi solta como uma bomba:
— Sabe que quero que traga seu filho aqui para morar conosco.
Os olhos de Jeremy cresceram de uma forma que… Samantha apavorou-se, pois não lembrava que ele ainda não sabia disso e temia por sua reação, que aliás, foi das piores. Sem que ela pudesse segurá-lo, correu para a sala e começou a ter uma crise de histeria.
— O que você está dizendo? – berrou – Quer trazer aquele negócio para vir morar conosco?
Anthony surpreendeu-se, mas não demonstrou vacilo. Com uma voz grossa e autoritária de dar medo, censurou-o:
— Quem mandou ficar ouvindo conversa dos mais velhos por detrás das portas, rapaz?
Ele não parecia amedrontado com a censura do pai, como em todas as vezes de sua vida. Muito pelo contrário, avançou em sua direção de cabeça erguida e prosseguiu cada vez mais neurótico (e quase tão autoritário quanto ele):
— Nem pense… Você nem deveria ter pensado isso. Que absurdo! Trazer aquele merda, aquela aberração para morar aqui! Você só pode estar louco!
Devagar e silenciosamente, Samantha surgiu na porta que dividia a sala principal da sala de jogos, mordendo o lábio inferior repleta de ansiedade.
E Jeremy continuava, agora usando de ameaças:
— Se este cara entrar por esta porta… - indicou a porta de entrada -… eu saio pela outra! – afirmou decidido indicando os fundos.
— Pois saia. Depois de maior, poderá sair. – Anthony disse na maior tranqüilidade para o pasmo de todos – Será uma opção sua. Agradeça a Deus por sua mãe ter te dado o direito de opção. – fitou a esposa com revolta – Coisa que não deu ao seu primeiro filho.
Elisa sentiu um ódio mortal de seu marido naquele instante e Samantha uma sensação de depressão meio inexplicável, que a fez querer derrubar lágrimas dos olhos.
Jeremy não esperava por uma resposta tão rude e tão direta, porém não se deu por vencido, apenas amenizou o tom que estava usando.
— Se a mãe não quiser trazê-lo, não tem que trazer.
— Concordo. – Elisa entrou em sua própria defensiva, revirando o estômago de Anthony.
— Por que está defendendo sua mãe agora? – questionou ao seu filho – Parecia estar com tanta raiva dela.
— E estou. – virou-se um segundo para olhar a figura deprimente da mãe, que era a mais aflita ali – Não defendo minha mãe. Não fosse por ela, nada disso estaria acontecendo, entretanto, temos que ser sensatos. Ainda somos uma família, gente!
— Sorte a sua que ainda pensa assim. – elogiou com franqueza e ressentimento – Eu tenho minhas dúvidas, meu filho. Parece que tudo desmorona a cada dia.
— Nada está desmoronando, pai. Podemos estar meio fracos, cambaleando, mas ainda não desmoronamos. Ainda! – enfatizou.
— Acha que um novo membro a faria desmoronar?
— Não. Não se fosse um membro normal. Acho que essa anomalia poderia fazer com que ela desmoronasse.
— Quer você queira ou não, Jeremy, aquela "anomalia" carrega nas veias o mesmo sangue que você. Ele é filho de sua mãe, sendo assim, é seu irmão. E se pensa deste modo, você é uma anomalia também.
— Não! – voltou à gritaria – Eu não considero aquele troço meu irmão! Não considero, tá legal? E se não considero, não é!
— Considerando ou não... É! – entrou no embalo gritando bem em sua cara – É o seu irmão, sim! Sangue do teu sangue. E você tem que aceitar isso! – replicou cerrando bem os dentes - Tanto você quanto você! – apontou para Samantha, que achava estar despercebida – Está na hora de parar com esse fascismo aqui dentro. Kevin possui tantos direitos de estar nesta casa quanto vocês.
Elisa sentiu uma luz instantânea e poderosa reluzir em sua mente e lógico, não deixou de tirar proveito dela.
— Se é para acabar com o “fascismo” nesta casa, pois bem, faremos dessa família uma sociedade democrática. – falou com poderio aproximando-se do esposo e do filho, que se encontravam de pé no centro da sala – Faremos uso do voto. O maior número de votos prós ou contra a vinda de Kevin para esta casa será a decisão final.
Anthony não esperava por essa idéia e não gostou nem um pouco dela.
— Elisa, isso não é uma eleição. – tentou se safar dessa idéia que achava ser absurda – Não se pode decidir o destino de uma pessoa brincando dessa maneira.
— Não é uma eleição, muito menos uma brincadeira, mas sim, uma atitude democrática. Vamos acabar com o fascismo! Eu voto contra. – levantou o dedo indicador com arrogância.
Poucos segundos depois, Jeremy estava fazendo a mesma coisa.
— Contra. – falou convicto.
Foi a vez de Samantha erguê-lo e ainda por cima usar do seu típico sarcasmo com o pai:
— Parece que teremos um probleminha por aqui. – Anthony a olhava com decepção – Porque eu voto a favor. – sorriu para ele com determinação, deixando-o boquiaberto e com o maior orgulho.
Em passos calmos, foi para perto dele (ainda com o dedo no alto) e ele retribuiu com um sorriso irradiante e bestificado. Elisa e Jeremy abaixaram seus dedos instintivamente, perplexos com o que presenciavam.
— Realmente… - Anthony declarava mais do que satisfeito enlaçando a filha pelos ombros -… teremos um probleminha por aqui.
Jeremy fitava a irmã com nojo e inconformismo. A raiva que lhe corria as veias era mais forte do que qualquer outra coisa, entretanto, preferiu não dar mais escândalo. O caso era muito medíocre para isso.
— Não acredito. – meneava a cabeça e dizia num tom onde o nojo ficava cada vez mais acentuado – Você é uma traidora, Samantha.
— Pense o que quiser, Jeremy. Como o papai, também estou cansada desse caos mal resolvido.
— E vocês acreditam que tudo se resolverá se trazermos esse… esse rapaz para cá? – perguntou Elisa demonstrando em seu olhar o cúmulo que estava achando aquilo tudo.
— Nunca disse que tudo se resolverá, mas pode ajudar.
— Ajudar… Aí sim é que o caos está feito! – Jeremy recomeçava a perder o sério.
Como último recurso, resolveu se aliar mais fortemente à mãe.
— Mãe… - agarrou o seu braço – Ninguém pode obrigá-la a fazer o que não quer.
— Sei disso, meu filho. – deu três tapas em sua mão para tranquilizá-lo – Sei disso. Pode ficar tranqüilo, não moverei um dedo para trazer esse sujeito para cá. – Samantha abismava-se com a maneira que ela falava do próprio filho – E se eu não fizer, ninguém poderá fazer. O que ele quer é que eu corra atrás dele, pois que espere sentado! – ergueu as sobrancelhas e inclinou a cabeça para trás numa posição de intransigência.
Antes de responder, Anthony olhou para a filha, que esperava alguma atitude de sua parte. Atitude que era mais do que óbvio que viria.
— Não sei como pode ser assim. – falou – Como pode dormir sossegada com essa situação. Eu, que não tenho nada a ver me sinto mal por aquele jovem.
— Problema seu. – rebateu a mulher.
— Não. Esse problema é exclusivamente seu e deve ser resolvido o mais rápido possível.
— Você não pode obrigar mamãe a nada. – Jeremy respondeu pela mãe, com a intransigência herdada.
Samantha observava a tudo minuciosamente, sem dar sua opinião.
— Sei que não. Assim como vocês também não podem me obrigar a viver desse jeito.
Todos se calaram, olhando um para o outro. Com exceção de Anthony, que fitava o chão com total indiferença.
— O que está querendo dizer? – Elisa procurou saber ocultando a ponta de aflição que lhe atacava. – Que não vai mais morar conosco? Que vai embora daqui? É isso, Anthony?
Ele não respondeu nem que sim e nem que não. Notando a tensão que quase chegava ao seu limite no ar, Samantha tratou logo de complicar mais as coisas.
— É isso sim, mãe. – replicou – Papai está querendo dizer que se não resolver esse seu “probleminha”, ele vai embora. Vai seguir seu exemplo do que fez com Kevin e nos deixar. Afinal, é muito fácil, não é? Basta deixar-nos em um lugar confortável. Só tem uma coisa...
Ela andou de um lado para o outro no centro da sala, com o indicador apoiado no queixo, parando de repente e encarando a mãe e o irmão.
— Se ele for, eu vou junto.
Estou cada dia mais entusiasmada com a história sem saber que fim será.
ResponderExcluirUma surpresa!
com amizade e carinho de Monica
Woow! Não esperava a atitude de Samantha! Subiu imensos pontos na minha consideração. O que continua a espantar-me é a indiferença de Elisa perante um filho. Um FILHO! Não é um irmão, não é um tio ou avô mas sim, um filho. Um ser humano do próprio sangue e ela está a tentar apenas esquecer. Agir como se nada tivesse acontecido. Espero que ela caia em si e que veja o tremendo erro que está a cometer e acabe por ir falar com o Kevin porque ou muito me engano .. ou mais uns dias e ele vai-se embora.
ResponderExcluirConcordo com Mônica! Já estive a tentar adivinhar um final mas está-me a ser impossível neste momento! :) Gostei bastante da atitude de Samantha e escusado será preciso dizer de Anthony :) Acho que Eliza está a ser bastante inconsequente mas creio que isso seja fulcral no desenvolvimento da história! :D Espero por mais um capítulo! ;)
ResponderExcluirA Elisa revelou-se mesmo má pessoa a não ser que tenha um óptimo motivo para falar assim do filho. E adoro o tipo de pessoa que a Samantha está a revelar ser! :D
ResponderExcluirParabéns pela história :D
Oi Christian!
ResponderExcluirVocê sempre me surpreende! :)
Pensei que ia rolar briga quando o Kevin voltasse e foi tudo tão tranquilinho... *-*
Deve ser difícil pra ele conversar com a mãe de criação. Deve dar uma vontade enorme de voltar pra Califórnia.
Mas afinal, qual é a da Samantha? O_O'
Uma hora ela diz que não quer o irmão, outra hora ela diz que quer que ele vá morar na casa deles...
Acho que, no fundo no fundo, ela quer é discordar. ¬¬'
Quanto a Elisa, putz... pode até ser que ela tenha suas razões, mas acho que nada justifica o abandono de um filho e a maneira como ela o rejeita. Simplesmente não dá pra entender. :S
Meus parabéns pela nova parte, é sempre bom vir aqui e ler um pouco mais dessa história.
Beijocas, coisinha fofa!
Ismália .
Moniquinha, muito obrigado, você sempre muito gentil tanto em seus comentários quanto em seus posts. É uma honra tê-la como leitora.
ResponderExcluirCassandra, realmente Elisa tem este dom da frieza em relação ao filho e, se perceber, é aos filhos em geral, mas claro que, o bastardo, sempre portará maiores consequências deste seu comportamento nada maternal devido a ter sido descartado e voltado sem que esperasse. Sem seu consentimento.
ResponderExcluirCertamente, eu, no lugar de Kevin, já teria me ido embora faz tempo.
Obrigado por comentar. :)
Realmente Hayley, você como escritora entende tanto quanto eu o quanto devemos nos esforçar para não sermos previsíveis em nossas histórias, por mais simples que elas sejam (pois esta considero como das menos complexas que já criei, algo apenas para se ler no dia-a-dia mesmo).
ResponderExcluirObrigado pelo comentário e você a olhos vistos não foi a única a gostar da atitude de Samantha.
O próximo capítulo em breve virá. Estes últimos dias tem sido meio difíceis manter-se pontual, mas quem sabe eu faça como você faz em Setembro e comece a publicar aleatoriamente. Quem segue o blogue ou a página no facebook, não irá se perder e sei que meus leitores são fiéis e irão comentar tal como você sempre o faz.
Até o próximo capítulo!
Soraia, obrigado.
ResponderExcluirRealmente, Elisa não é o tipo de mulher com instinto maternal.
Mais um ponto para Samantha.:)
Estou satisfeito que esteja gostando da história.
Olá Ismália! Parece que realmente ganhei uma leitora fiel por aqui. :)
ResponderExcluirSua presença é muito satisfatória, pois comenta com conhecimento de causa. Agradeço a atenção.
É uma ótima notícia saber que, em uma história tão simples, tão cotidiana, ainda assim eu consiga surpreender as pessoas. Isto me dá uma segurança imensa para publicação e devo isto a todo o incentivo que você e os demais leitores fiéis tem me ofertado.
Por vezes é interessante isto da escrita, eu, que sou o criador de Samantha, tal como você, acabo também por não compreendê-la. É estranho isto. Mas os personagens realmente criam vida e ao invés de você dominá-los, quando se vê, são eles que o estão dominando. Ao tempo que isto é fascinante, nos assusta e confunde, muito mais que aos leitores.
Todos estão tendo a mesma impressão de Elisa, nisto não posso prometer-lhes que ela irá lhes surpreender, pois esta personagem criou uma vida lá não muito feliz...
Obrigado e é sempre bom ler aos seus inteligentes e atenciosos comentários.
PS: Óssea.